sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Bergoglio: o Grande Déspota

BERGOGLIO: O GRANDE DÉSPOTA

Autores: Sacerdotes Conservadores da Espanha | josephmaryam.wordpress.com
Tradução: Blog Mãe da Salvação, 24/11/2016

O Grande Déspota
 
Governa sem lei alguma
Abusa de seu poder
Severo com todos
Ébrio de orgulho e de poder
Destruidor da Igreja
Perseguidor da Verdade


(Nesse artigo, os Sacerdotes Conservadores da Espanha discorrem sobre a reforma de Bergoglio das causas de nulidade do matrimônio, contida nas duas Cartas Motu Proprio, intituladas “Mitis ludex Dominus lesus”[1] e “Mitis et Misericors Iesus”[2] que entraram em vigor em 8 de dezembro de 2015, início do Jubileu Extraordinário da Misericórdia.)[3]


“O que Deus tenha unido que não o separe o homem” (Mt 19, 6).

O que Deus tenha unido que não o separe Bergoglio, nem nenhum Bispo, nem nenhum sacerdote e, muito menos, um leigo.

Porque é Deus quem tem falado, quem tem revelado Sua Mente. E qualquer homem que não se submeta à Mente de Deus não pode encontrar o caminho de salvação para a sua alma, e vive só para a idéia que concebe em sua mente humana.

Os batizados, que se divorciaram e voltaram a se casar pelo civil, vivem em estado de pecado mortal habitual.

Este pecado os impede de fazer muitas coisas na Igreja, porque são membros mortos. Não são membros vivos e, portanto, não tem que estar mais integrados nas paróquias ou comunidades, porque a Igreja se constrói com a vida da graça, não com uma vida de pecado.

Quem está em pecado na Igreja sabe qual é o caminho para quitar seu pecado: arrependimento, confissão sacramental e penitência pelos seus pecados.

Os divorciados recasados não podem confessar-se porque tem um obstáculo: seu pecado mortal habitual, que não é somente sua luxúria, mas o de estar unidos a outra pessoa que não é seu cônjuge aos olhos de Deus.

O matrimônio é uma criação de Deus, não um invento da mente, dos caprichos dos homens.

Quem quiser casar-se tem que escolher em Deus a pessoa adequada para poder praticar a vontade de Deus em sua vida. Ante os olhos de Deus, não vale qualquer união, embora seja perfeito nos humanos.

Deus criou o matrimônio, e Deus pôs o caminho para que esse matrimônio tenha validez aos seus olhos.

E, por isso:

“Quem repudia a sua mulher e se casa com outra, comete adultério contra aquela; e se ela repudia o seu marido e se casa com outro, comete adultério” (Mc 10, 6)

“E quanto aos casados, lhes dou esta ordem, que não é minha mas do Senhor: que a mulher não se separe do seu marido. E se tenha separado dele, que não se volte a casar e que faça as pazes com o seu marido. E que tampouco o marido despeça a sua mulher” (1Cor 7, 10-11).

É uma ordem de Deus, um mandato divino.

Portanto, todo Bispo e todo sacerdote tem que ensinar este mandato de Deus às almas.

A Hierarquia não tem que acompanhar as pessoas, que vivem em pecado mortal habitual, em um caminho de discernimento para ver se algum dia possam comungar.

Não é missão da Hierarquia ser juiz destas pessoas nem orientá-las para a comunhão sacramental.

Não se trata de que a Hierarquia decida que os divorciados recasados estão aptos para receber os sacramentos.

A Hierarquia da Igreja não decide nada, mas só testemunha a Palavra de Deus na Igreja.

É missão da Hierarquia pregar a verdade a estas pessoas, aconselhá-las na verdade, para que lutem contra esse pecado mortal habitual, e eles – não a Hierarquia – ponham o caminho para erradicá-lo de suas vidas.

E até que eles não se esforcem para viver como Deus quer, não há nada com eles e a Igreja, porque não se pode dar o santo aos cães, aos que vivem em pecado mortal habitual.

João Paulo II, Papa da Misericórdia, deixou muito claro na Familiaris Consortio:

“A reconciliação no sacramento da penitência – que lhes abriria o caminho ao sacramento eucarístico – pode dar-se unicamente aos que, arrependidos de ter violado o sinal da Aliança e da fidelidade a Cristo, estão sinceramente dispostos a uma forma de vida que não contradiga a indissolubilidade do matrimônio. Isto leva consigo concretamente que quando o homem e a mulher, por motivos sérios, – como, por exemplo, a educação dos filhos – não podem cumprir a obrigação da separação, ‘assumem o compromisso de viver em plena continência, ou seja, de abster-se de atos próprios dos esposos’”.

Eles mesmos são os que põem o caminho para que sua forma de vida não contradiga a indissolubilidade do matrimônio. Eles se esforçam para viver praticando a virtude da castidade que sinaliza um arrependimento do pecado.

Se às pessoas não são ensinadas a praticar as virtudes cristãs, então a gente vive, cada um, no vício que tem escolhido para a sua vida.

Jorge Mario Bergoglio, em seu falso Motu Proprio, com a mudança do direito canônico, tem posto a base legal para a prática do cisma na Igreja. Ele tem atuado como déspota, homem orgulhoso que se põe por cima de Deus, homem que governa e promulga leis que anulan as leis de Deus.

Bergoglio estabelece o adultério como lei anulando matrimônios que, aos olhos de Deus, seguem sendo válidos.

Aquele matrimônio que, por suas circunstâncias próprias, se separam, e se voltem a casar com outro ou com outra, esse segundo matrimônio não é válido ante Deus, mas que é um estado de adultério habitual, na qual a pessoa não vai arrepender-se do seu pecado, porque tem anulado a lei de Deus.

Se há posto o caminho, na Igreja, para que muitos fieis e a Hierarquia colaborem para que as leis e os mandatos de Deus sejam abolidos pelo mesmo homem.

Muitos vão obter o divórcio express com essa reforma, e vão voltar a casar pela Igreja, com o Sacramento do matrimônio. Esse segundo matrimônio, embora os case Bergoglio, um cardeal, um bispo ou um sacerdote, não tem aprovação de Deus, porque não está cumprindo sua Lei. E pecaram, e comungaram em pecado, e comeram e beberam a sua própria condenação.

A Igreja se fundamenta na Palavra de Deus, não nas palavras dos homens que querem acomodar-se no gosto e na vida do homem e de seu pecado.

A questão dos divorciados recasados não é um caminho de discernimento na Igreja nem uma questão de foro interno entre o sacerdote e os cônjuges. É uma questão de cumprir com os mandamentos da lei de Deus.

As intenções de Bergoglio são claras:

“O distinto parecer dos bispos forma parte da modernidade da Igreja e das distintas sociedades em que ela atua, mas o intento é comum e no que se refere à admissão dos divorciados aos sacramentos confirma que esse princípio tem sido aceitado pelo sínodo. Este é o resultado de fundo, as avaliações estão confiadas aos confessores, mas no final de trajetos mais velozes ou mais lentos todos os pedidos dos divorciados serão admitidos” (La Repubblica, 28 out 2015).

E não interessa que Lombardi, de novo, negue a mente de Bergoglio:

“Não é verossímil e não pode ser considerado como o pensamento do Papa” (National Catholic Register, 2 nov 2015).

É uma mentira mais do que ele mesmo acredita.

A mente do grande déspota é clara:

“O distinto parecer dos bispos forma parte da modernidade da Igreja e das distintas sociedades em que ela atua.

Em outras palavras:

“O que parece normal para um bispo de um continente, pode parecer estranho, caso como um escândalo – quase! – para o bispo de outro continente, o que se considera uma violação de um direito em uma sociedade, pode ser um preceito óbvio e intangível em outra, o que para alguns é liberdade de consciência, para outros pode ser só confusão”.

São suas mesmas palavras, pronunciadas em seu discurso de clausura do Sínodo, as que dão a chave da perversidade de sua mente.

Não entendemos aqueles que dizem que agora as expectativas estão todas dirigidas para o que dirá Bergoglio.

Que expectativas tem a Igreja na palavra e nas obras perversas de um herege?

Qual o futuro da Igreja quando um herege a governa despoticamente?

Depois dos largos anos de governo despótico na Igreja, não sabem como pensa Jorge Mario Bergoglio? Todavia não conhecem a profundidade de seu pensamento perverso no mal? Todavia tem que esperar, com a boca aberta, uma dádiva de Deus, o que um traidor a Cristo e a Sua Igreja tem que dizer e decidir sobre a Mente de Deus?

Quem é Bergoglio para interpretar o que Deus tem mandado a toda Sua Igreja?

Quem crê que esse homem que só vive para proclamar o seu orgulho sentado na Sede de Pedro?

E os católicos que o obedecem, pensam salvar-se e santificar-se limpando as babas, cada dia, de um herege, de um cismático e de um apóstata da fé?

Jorge Mario Bergoglio está expondo a essência de sua nova igreja: a diversidade regional, e que os bispos locais tenham autoridade a nível pastoral para resolver os problemas que só com os Sacramentos, e a lei da graça, podem resolver.

Jorge Mario Bergoglio expõe uma doutrina contrária à fé católica, aos ensinamentos do Magistério da Igreja e, ademais, se põe por cima, não só da lei da graça e da lei divina, mas da lei natural, das mesmas exigências da natureza humana do matrimônio.

O que parece normal para um bispo de um continente, tem que ser normal – não estranho, nem um escândalo – para o bispo de outro continente.

E a razão é simples: a Igreja é uma só em todo o mundo. Uma na Verdade Revelada. Não é uma na diversidade.

E, portanto, nenhum bispo pode mudar essa Verdade. Não se pode mudar verdades de um a outro continente. Todos os bispos e sacerdotes da Igreja Católica tem que pensar igual, tem que obedecer a Verdade Revelada. Não podem mudar a Palavra de Deus a seu capricho, segundo sua interpretação ou pelas circunstâncias que se vivem em um tempo ou em um lugar determinado.

O que Deus tem ensinado e estabelecido é para todos os homens, assim os homens não sabe ou figem não saber. A Lei Eterna é para todos.

Bergoglio diz o contrário:

“... o que se considera uma violação de um direito em uma sociedade, pode ser um preceito óbvio e intangível em outra”.

Este déspota está dizendo que são as sociedades as que promulgam a lei. Não é Deus quem impõe sua lei, quem marca o cominho da verdade. Isto significa por-se por cima da Autoridade Divina. Isto é criar uma autoridade humana sem dependência da autoridade divina. Uma autoridade despótica em cada diocese.

Toda autoridade tem sido ordenada por Deus, para que tenha poder de aplicar a lei divina em seus governos. A violação de um direito em uma sociedade é a violação do direito em outra, porque o direito provêm de Deus, não dos homens, não das sociedades. E Deus ordena a autoridade humana para que exerça o direito divino e, por isso, são ministros de Deus para o bem, e ministros de Deus para castigo do que pratica o mal.

Jorge Mario Bergoglio, ao anular o direito divino na autoridade humana, está dizendo que as sociedades tem que governar sem lei divina, cada uma como lhe pareça, segundo seis direitos humanos.

Isto é próprio de seu depotismo. Estas idéias são o fruto de seu poder déspota, um poder que não se rege pelo direito divino, pela lei divina, por um governo divino. Seu depotismo no governo vem da heresia na horizontalidade que tem estabelecido no governo da Igreja. A Igreja se governa verticalmente, não horizontalmente. Só na verticalidade se encontra a Autoridade Divina. E na horizontalidade, o homem constrói sua própria autoridade humana, sem dependência da autoridade divina, que na Igreja se traduz por despotismo, absolutismo.

Em conseqüência, o governo de Bergoglio não é ministro de Deus, nem para o bem nem para o mal. E todos tem o dever e a obrigação de despreciá-lo, porque se baseia em uma só coisa:

“... o que para alguns é liberdade de consciência, para outros pode ser só confusão”.

Para Jorge Mario Bergoglio, é o homem que decide o que é bom e o que é mau.

Este é o orgulho próprio de Lúcifer, que põe sua mente por cima da Mente Divina. É a liberdade de sua razão, de sua consciência, o que se proclama.

Quando a razão do homem não é livre, mas que tem sido criada por Deus para sujeitar-se a Verdade que conhece. Tem sido criada par buscar a Verdade e permanecer nessa Verdade.

Nada é livre, em sua razão, para declarar uma mentira como verdade. Porque a razão sempre vê a mentira como mentira, sempre chama a mentira pelo seu nome.

O homem é livre, em sua vontade, para ir contra do que claramente vê sua razão.

É a vontade da pessoa, não sua razão, não sua consciência, a que decide na vida de cada homem.

Todos estes hereges sempre estão no mesmo: a supremacia da razão. O culto da mente, na idéia do homem. Sua soberba que leva ao seu orgulho. E, por este culto, tem o trabalho do falso profeta, que é enganar os homens, dar-lhes uma mentira, um engano, uma falsidade para suas mentes, apresentando-a como verdade, para que escolham a mentira, a falsidade, em suas vidas.

Estas idéias de Jorge Mario Bergoglio significam que sua nova igreja já não é católica, universal, porque não se dá uma única doutrina em todo o mundo, em todas as dioceses. Não tem uma só verdade pela qual a pessoa deve fundamentar a sua vida. Não tem uma hirarquia fundamentada, ancorada, em uma idéia imutável, infalível.

Se divide a doutrina e, pastoralmente, se ensina qualquer coisa, segundo a mente do bispo ou do sacerdote de turno. A prática pastoral já não está apoiada na verdade, já não existe para ajudar a viver as verdades da fé. É uma pastoral mutável, que anula a doutrina e que ensina o erro e a confusão na mesma prática pastoral: se difunde a mentira apoiada só pela razão, pela idéia que alguém tem concebido em sua mente, pela idéia a qual é fruto de diálogo de sardos.

E sua frase:

“... as avaliações estão confiadas, de fato, aos confessores”.

Os confessores só julgam o pecado e o pecador. Não podem julgar uma pessoa que vive em pecado mortal habitual, e que não mostra nenhum arrependimento nem desejo de sair de seu pecado.

Jorge Mario Bergoglio põe sua falsa hierarquia: a que decide, caso por caso, se podem ou não receber os sacramentos. É uma hierarquia própria de Lúcifer: sem lei, sem governo, sem verdade. É uma hierarquia ébria no orgulho e no poder humano, que recebem de um déspota, para selar as almas e entregá-las ao demônio.

Se o matrimônio é indissolúvel, então não há maneira, não há caminho, não há uma razão pastoral que ensine que o divorciado recasado, esteja preparado para receber os sacramentos. Não existe esta razão pastoral. Se se dá é porque a pessoa se põe por cima da doutrina verdadeira e impõe sua doutrina perversa às almas. Impõe duas coisas: sua heresia e seu cisma. E esta imposição leva à prática da apostasia da fé.

Claramente, tudo isto leva à perda de uma só fé, o despreço de todos os Sacramentos, o qual significa despreciar a vida de Deus no homem, no atuar humano, nas sociedades humanas.

Os homens se apartam de Deus por estar seguindo aos homens, suas mentes, sua idéias, suas importantíssimas razões.

Todo o problema da Igreja atual é ter a um déspota como seu papa. Isto é o descalabro de muitos católicos.

O problema não vem de antes, de um Concílio. O problema começa com Jorge Mario Bergoglio. Isto é o que muitos não têm compreendido. E empenham em julgar o Concílio e a todos os papas, os quais os chamam “conciliares”. Já não os chamam católicos. Os julgam e condenam; dessa maneira, julgam e condenam a toda a Igreja. E eles são os justos e santos, os que são da Igreja Verdadeira.

Muitos põem a ruptura no Concílio. E se equivocam. A ruptura começa com Jorge Mario Bergoglio, com seu governo horizontal. Esta é a chave. Este é o cisma que trai a Igreja da horizontalidade.

O problema da Igreja não está no Concílio Vaticano II. Esse Concílio traz discórdia, desunião e a perda de muitas almas. Mas o problema era dos Bispos, não no Concílio mesmo. Os Bispos que foram enganados na busca de uma paz e uma fraternidade, que não se pode dar entre os homens se não vivem como filhos de Deus, em estado de graça.

Muitos Bispos tem trabalhado, desde esse momento, sob as ordens de Satanás na Igreja, colocando em marcha a formação de uma estrutura de igreja mundial, que não é a Igreja Católica. E isso tem feito em suas mesmas dioceses, no mesmo Vaticano. Isso tem feito em franca rebeldia e desobediência a todos os papas reinantes.

Jorge Mario Bergoglio não poderia estar fazendo o que faz na Igreja sem o consentimento de todos os Bispos e Cardeais que tem trabalhado durante anos para consolidar a nova igreja. São muito poucos os Bispos e sacerdotes fieis a Cristo e à Igreja. Já no tempo do pontificado de Bento XVI muitíssimos cardeais católicos se opuseram abertamente a seus ensinamentos “promovendo formas de contra-formação e de sistemático magistério paralelo guiados por muitos antipapas” (Monseñor Giampolo).[4]

Com o Concílio Vaticano II se abriram as portas a toda classe de hereges, permitindo que a fé se contaminasse em muitos corações. E fez que a hierarquia vivesse em um cochilo, em um sono do qual muitos não, todavia, tem despertado.

Não se pode comprometer a fé católica com os inimigos de Deus, dessa fé. Nenhum católico se pode associar com os inimigos de Deus, com aqueles homems que vivem sem lei, que governam sem lei, que sua única verdade é sua mente humana, o que concebem nela.

Nenhum católico se pode unir a um ateu, a um muçulmano, a um judeu, a qualquer que viva sua heresia, ou sem seu cisma, ou em sua vida de apostasia.

Por isso, não entendemos os católicos que tem a Bergoglio como seu papa. Como podem comprometer sua fé católica seguindo e obedecendo a um homem que está destruindo a fé católica?

Isto que vemos na Igreja é fruto do Concílio, que começou com boas intenções, mas que foi pervertendo a mente de muitos Bispos, que foram instrumentos de Satanás, para implantar na Igreja uma nova norma de moralidade, a própria da maçonaria.

Não se pode converter o inimigo de Deus, o pecador, baixando as normas, ocultando as leis, pavimentando um caminho cheio de ambigüidades.

A fé inabalável não pode mudar, não se pode substituir por outra coisa. Se mudam as coisas para levar o homem a Deus. Mas não se mudam as coisas para remover o homem de Deus e entregá-lo a Lúcifer.

Depois do Concílio, toda a Igreja foi enganada por todos aqueles Bispos e sacerdotes, agentes de Satanás, servos do demônio, que tem semeado nas almas as sementes da própria destruição da Igreja.

Quem está destruindo a Igreja, atualmente, são os Bispos, os Sacerdotes, os fieis que seguem a um déspota como seu papa. Não é o resultado de um Sínodo. Não é o fruto de um Concílio. É cada pessoa que se tem entregado ao mal e que o obra em sua Igreja.

O mal caminho na Igreja, a apostasia da fé, já se iniciou com o Concílio. E isso tem levado a contemplar um mundo na qual a humanidade se foi difamando a si mesma e revolcando-se em toda classe de soberbas, luxúrias e orgulho.

Mas, o que hoje contemplamos é o início do levantamento de uma nova religião, que chama a gritos a uma nova sociedade, destruindo a base de fé que está baseada na Tradição e no conhecimento dos profetas. Destruindo a doutrina católica. Fazendo caso omisso do magistério infalível e imutável da Igreja.

Estamos vivendo uma religião e uma Igreja que não é a de Cristo Jesus, que não tem a sua mesma verdadeira base.

Onde está o fundamento de Pedro na Igreja de Bergoglio se está governando com a horizontalidade? Onde está a base da verticalidade do papado no falso pontificado de Bergoglio?

Não está, não pode estar, porque é uma nova igreja, de onde se toma o Corpo de Cristo e se difama, já não se dá o conhecimento de sua Divindade. Já Jesus não é o Deus que está com o homem na Eucaristia. Mas é um homem que caminha com os homens, e que os apóia em toda sua vida de perversão e de pecado.

Nesta nova igreja se vai em busca de um governo sem lei, um governo de déspotas. Cada um, em sua diocese, governa segundo suas luzes, segundo suas inteligências, segundo seus critérios humanos.

E estes hierarcas déspotas se uniram aos governos déspotas do mundo para levantar a Nova Ordem Mundial. É na diversidade como se estabelece a união entre os homens que só buscam destruir, atacarm, perseguir, a Verdade Revelada.

O home que busca usar seus próprios devios para promover uma paz e uma fraternidade que só existem em sua mente humana, não na realidade da vida, trai o próprio homem a guerra, a destruição, a aniquilação de toda a verdade. Não pode haver paz sem Fé, sem que o homem se sujeite, obedeça a uma verdade absoluta.

Muitos tem tergiversado das mensagens e das declarações dadas no Concílio e os tem acomodado a eles mesmos, interpretando todas as coisas para sua própria conveniência.

Tem sido muitos poucos os que tem sabido ler esse Concílio e pô-lo no lugar teológico que corresponde. O Concílio não tem dano para aquela alma que tem as idéias claras de que é sua fé católica. Mas o Concílio tem um dano gravíssimo àquelas almas que não sabem raciocinar a sua fé na Igreja.

Já o diz o Papa Bento XVI:

“Certamente os resultados (do Concílio Vaticano II) parecem estar cruelmente opostos às expectativas de todos... a história repete o que diz fazer dez anos depois da conclusão do trabalho: É incontestável que este período definitivamente tem sido desfavorável para a Igreja” (Cardeal Joseph Ratzinger, L’Obsservatore Romano, Edição em inglês, 24 dez 1984).

O Concílio traz à Igreja os erros do humanismo e do modernismo, que se meteram na mente e no coração da Alta Hierarquia, a qual anda no caminho da perdição e levando consigo muitas almas.

Cardeais, Bispos e fieis levaram 50 anos distorcendo a doutrina de Cristo, o magistério autêntico e infalível da Igreja, ocultando a verdade, perseguindo os que vivem na verdade. São eles, não é o Concílio. São eles que são movidos por um espírito que não é o de Cristo, mas o do Anticristo.

E é agora quando aos bons se começa a chamá-los de maus.

Não é, acaso, esse Jorge Mario Bergoglio para muitos que se chamam católicos e para toda a gene do mundo? Não se tem convertido no redentor do mundo para eles? Não está, Jorge Mario Bergoglio, sendo glorificado constantemente pelos homens?

Por isso, não é fácil permanecer no caminho da Igreja, que é um caminho estreito. Muitos renunciam à verdade em seus ministérios para ir atrás de um déspota como seu papa. E sabem que é um ditador de mentiras. Saben o que está realmente fazendo em seu governo de máscaras.

O que Jorge Mario Bergoglio está manifestando é que ele se põe encima de toda lei divina, e obra um cisma na própria Igreja, como chefe sentado na Sede de Pedro. E isto é gravíssimo. Isto é a perdição de muitas almas na Igreja.

A Igreja Católica não está em Jorge Mario Bergoglio, mas no Papa Bento XVI. Aí, nele, permanece a verdade do que é a religião católica. E todo fiel, na Igreja deve comungar com o Papa se quiser salvar-se e santificar-se. Essa comunhão é até a morte do Papa. Uma vez que o Papa morra, os fieis que permaneçam na verdade já não estarão obrigados a obedecer a nenhuma hierarquia, mas que formarão a Igreja Remanescente, a que permanece na Verdade, esperando que o Céu ponha o seu Papa.

Bergoglio é o falso papa de uma falsa igreja.

Como custa entender isto a muitos católicos!

Esta verdade não é compartilhada pela Hierarquia! Nem mesmo para o mais fiel, para o mais tradicional!

Isso é sinal de que o governo despótico de Bergoglio está fazendo seu trabalho nas mentes dos Cardeais, dos Bispos e dos sacerdotes.

Ele está levando sua nova hierarquia.

E isto é abominável, porque supõe que o mal está adquirindo a perfeição que necessita para instalar o Anticristo na Igreja e no mundo.


Referências:

[1] Vaticano, Carta Apostólica em forma de “Motu Proprio” Mitis Iudex Dominus Iesus, sobre a reforma do processo canônico para as causas de declaração de nulidade do matrimônio no Código de Direito Canônico, 8 de setembro de 2015, disponível em: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/events/event.dir.html/content/vaticanevents/pt/2015/9/8/nullitacic.html

[2] Vaticano, Carta Apostólica em forma de “Motu Proprio” Mitis et misericors Iesus, sobre a reforma do processo canônico para as causas de declaração de nulidade do matrimônio no Código dos Cânones das Igrejas Orientais, 8 de setembro de 2015, disponível em: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/events/event.dir.html/content/vaticanevents/pt/2015/9/8/nullitacceo.html

[3] Rádio Vaticano, 8/9/2015, disponível em: http://pt.radiovaticana.va/news/2015/09/08/papa_processos_de_nulidade_matrimonial_simples_e_r%C3%A1pidos/1170471

[4] https://josephmaryam.wordpress.com/2015/07/30/benedicto-xvi-un-papa-atacado-por-los-cardenales-obispos-y-sacerdotes/




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