sábado, 26 de novembro de 2016

Bergoglio não é materialmente Papa

BERGOGLIO NÃO É MATERIALMENTE PAPA

Autores: Sacerdotes Conservadores da Espanha | josephmaryam.wordpress.com 
Tradução: Blog Mãe da Salvação | 26 de novembro de 2016


BERGOGLIO SUPERMAN
 Protetor dos homossexuais
Guia de cegos
Caudilho dos hereges
Ditador de mentiras
Chefe dos pervertidos
Baluarte dos tíbios
Condutor dos cismáticos
Autor de fábulas

“Cada um tem sua idéia do bem e do mal e tem que escolher seguir o bem e combater o mal como ele concebe. Bastaria isto para melhorar o mundo.” (Bergoglio)


“Como gostaria que as comunidades paroquiais em oração, no ingresso de um pobre na igreja, se ajoelhassem em veneração do mesmo modo como quando entra o Senhor! (Bergoglio, 28 de abril de 2015, aos hóspedes dos centros de Cáritas de Roma)[1]

Ajoelhassem... do mesmo modo quando entra o Senhor: quando Jesus entra na Eucaristia, todos se põem de joelhos para adorá-Lo. E se faz isto porque Jesus é Deus. E só a Deus tem que dar o culto de latria, adoração.

Ensinar que quando um pobre, um homem, entra na Igreja, todos tem que fazer o mesmo que se faz quando entra Jesus na Eucaristia, é ensinar a idolatria, pecado gravíssimo que não admite parvoíce de matéria.

É preciso sofrer a morte antes que adorar um pobre ou um homem na Igreja.

Não se pode obedecer o desejo da mente de Bergoglio sem cair na desgraça do pecado mortal.

É uma grande injúria contra Deus, não só adorar um homem, mas ensinar a dar culto ao homem, como se fosse um deus, e fazê-lo a partir da Cátedra de Pedro.

Os homens já não sabem medir as palavras de Bergoglio. Continuamente, esse homem está blasfemando contra Deus, contra Cristo e contra a Igreja. E o seguem como se nada estivesse errado.

Acaso podem julgar as obras injustas de Bergoglio e não ser capazes de julgar a Bergoglio como falso papa?

Quem o tenha por seu papa não pode julgar as suas obras, seus pensamentos, suas homilias, suas charlas... Deve calar e obedecer a mente de Bergoglio.

Muitos católicos – e bons católicos – não tem aprendido a obedecer a Igreja! Por tanto, não sabem o que é um Papa na Igreja! Não sabem obedecer a um Papa verdadeiro! Não sabem opor-se a Bergoglio, a um falso papa!

As idéias de um Papa são as idéias da Mente de Cristo. E essas idéias não mudam de um Papa a outro. São sempre as mesmas, em todas as épocas, porque a doutrina de Cristo é eterna, não é temporal.

Não se obedecem, em um Papa, as idéias humanas, que todo homem tem, mas se obedece as idéias de Cristo, que o Papa ensina, oferece e interpreta com a ajuda do Espírito Santo.

Todos tem caído no mesmo jogo: obediência à mente humana de um Papa. Não tem sabido nunca obedecer a Igreja. Nem sequer a mesma Hierarquia sabe obedecer. Agora, é um mundo para todos desobedecer a um falso papa. Muitos estão perplexos.

Se obedece a Verdade. E a Verdade não é a posse da mente humana de nenhum homem, nem sequer do Papa. A Verdade é Cristo. Tem que deixar que atue a Pessoa de Cristo no homem sacerdote, ou no homem Bispo, para dar a Verdade à Igreja.

Todos dizem: sim, Bergoglio é um herege; mas materialmente é papa.

Grande absurdo! Grande injúria!

Porque se Bergoglio é um herege, então não é Papa, porque o herege não pertence à Igreja, nem material nem formalmente.

O pecado de heresia é uma obra que saca espiritualmente da Igreja de Cristo: não está unido a Cristo e Seu Corpo Místico. Se pode estar na Igreja de uma maneira exterior. Essa exterioridade não significa pertencer à Igreja visível. Um herege é como um muro, uma parede de ladrilhos: se vê o muro, mas lá não está a Igreja.

A Igreja visível não são as paróquias nem os homens que nossos olhos observam. A Igreja visível são as almas em graça unidas a Cristo, que trabalham em uma paróquia, em uma capela, em um lugar concreto.

A Igreja é Cristo e suas almas. Se desaparecem as estruturas exteriores, a Igreja permanece visível nas obras de suas almas.

Materialmente, as paróquias, os lugares de culto pertencem à Igreja. Os homens, em seus pecados de heresia, podem fazer obras materiais, mas eles não dão o Espírito da Graça nessas obras.

Um herege que celebra uma missa, materialmente tem uma obra em um lugar material. Mas não tem uma obra da Igreja. Não tem uma obra espiritual, regida pelo Espírito de Cristo. Sua missa não é uma missa. Seu sacerdócio não é sacerdócio de Cristo. Materialmente, se veste como sacerdote, mas não é sacerdote porque é um herege. Nem sequer quando celebra a missa, essa obra material, é materialmente feita pelo sacerdote.

Porque o sacerdócio é uma graça, algo espiritual, que se coloca no coração da alma, que é também algo espiritual. A heresia destrói a graça do sacerdócio: põe um obstáculo que impede que o sacerdote obre com o Espírito de Cristo. Materialmente, o sacerdote faz uma obra, mas não se produz – nele, em sua alma – a obra do Espírito de Cristo.

Pela heresia, sua alma não pode unir-se a Cristo para atuar como sacerdote, na Pessoa de Cristo. Possui o selo do Sacramento da Ordem, que o marca como sacerdote de Cristo, mas esse selo é de índole espiritual, não material. Não é um selo em seu corpo, mas em seu coração. Um selo indelével, que não se perde pela morte do corpo, nem pelo fogo do inferno.

Ser sacerdote não é fazer obras materiais na Igreja. É atuar na Pessoa de Cristo: é Cristo o que obra no homem sacerdote. E essa obra, um herege, nunca pode mostrá-la. Cristo não obra materialmente em um sacerdote herege. Cristo obra materialmente em um sacerdote pecador, que não tem caído no pecado de heresia. Cristo não se une à alma de uma sacerdote herege: não aparece a Pessoa de Cristo no homem sacerdote. O pecado de heresia impede que se manifeste, material e formalmente, a Pessoa de Cristo no homem sacerdote.

Assim, um homem – como Bergoglio – que se senta na Cátedra de Pedro e que, por sua heresia, não é Papa. Materialmente, está sentado no Trono de Pedro, mas espiritualmente, não tem o carisma de Pedro: nele não pode revelar-se, manifestar-se, ser o Vigário de Cristo na terra. Não possui, nem formal, nem materialmente, o Poder Divino. Não pode falar como Cristo, não pode comunicar a Mente de Cristo, não pode atuar como Cristo na Igreja. Atua em sua própria pessoa humana, porque não tem o carisma de Pedro. Não se pode chamar de Papa por mais que materialmente faça obras na Igreja. O ofício de Papa não é um assunto material na Igreja. Não é um nome que se leva na Igreja.

É algo divino: é Cristo quem guia Sua Igreja através de Seu Papa. É Cristo quem se manifesta a Sua Igreja através de Seu Papa. Aqueles que dizem que Bergoglio materialmente é Papa está injuriando a Cristo na Igreja. Cristo não pode guiar a Igreja através de uma Bispo herege. Não a guia materialmente nem formalmente.

Cristo segue guiando Sua Igreja no Papa Bento XVI: mas já não a guia formalmente, mas materialmente. Bento XVI já não governa formalmente a Igreja mas a Igreja é guiada por Cristo através de Bento XVI, materialmente. Bento XVI tem o Poder Divino, mas já não o pode usar: não serve o Poder Divino, não governa formalmente como Papa. Esse Poder Divino – que permanece na alma de Bento XVI – serve para por um dique material a toda a obra do Anticristo. Enquanto permaneça vivo o Papa Bento XVI, materialmente o Anticristo não pode revelar-se. Tem que ser removido o Poder Divino no Papa, não só formal, mas materialmente, para que começa tudo.

Tem removido formalmente o governo do Papa na Igreja, pondo um usurpador; mas permanece materialmente o Poder Divino no Papa Bento XVI. E permanece materialmente, porque permanece em um homem que todavia não tem morrido. O carisma permanece na alma de Bento XVI, mas materialmente. Bento XVI não pode usá-lo formalmente. Para usá-lo tem que enfrentar-se como o usurpador. Mas Cristo, que é a Cabeça visível da Igreja, o usa materialmente para freiar o Anticristo: mantém vivo o Papa verdadeiro.

Por isso, a vida de Bento XVI está em perigo. Tem que tirá-lo do caminho, o quanto antes. O demônio tem pressa para acabar a sua obra.

O carisma de ser Pedro é diferente de ser sacerdote. No sacerdócio, é Cristo quem obra no sacerdote, é a Pessoa do Verbo no sacerdote. Em Pedro, é Cristo quem guia a Igreja, quem obra na Igreja, quem ensina na Igreja, através de Seu Papa. É Cristo em Seu Poder Divino, é Cristo na Obra de Seu Espírito. Não é Cristo em Sua Pessoa Divina. Por isso, a Igreja é a Obra do Espírito de Cristo. O sacerdócio é a Obra de Cristo como Pessoa Divina.

O governo de um Papa, na Igreja, é a manifestação do Espírito em toda a Igreja. Na obediência ao Papa, o Espírito obra em todas as almas, para que a Igreja siga ensinando a Verdade, seja guia da Verdade e mostre ao mundo e aos homens o único caminho de salvação, que é Cristo.

O governo de um Papa não é impor seus desejos humanos aos homens. Isto é o que faz habitualmente Bergoglio: “Como gostaria que as comunidades paroquiais em oração, no ingresso de um pobre na igreja, se ajoelhassem em veneração do mesmo modo como quando entra o Senhor!”. Bergoglio só fica em suas ideias humanas, em seus caprichos, em seus erros, em suas heresias. E é o que dá a Igreja. Bergoglio só prega a si mesmo. Só o interessa seus pobres, sua cultura do encontro, seu diálogo, seu comunismo, suas ideias protestantes, monopolizando a glória dos homens e do mundo.

A Bergoglio, não lhe interessa nem Cristo nem a Igreja. E isso às apalpadelas, o vivem, todos os verdadeiros católicos. Há uma perseguição interna a todo o que cheira a catolicidade.

A obra de um Papa, na Igreja, é lutar contra o erro, a heresia; é excomungar os hereges; é definir novos dogmas. Porque o Poder Divino, na Igreja, se mostra em levar a toda a Igreja a plenitude da Verdade. Todo Papa mostra Seu Poder Divino ensinando a verdade, defendendo a verdade, guardando o tesouro da verdade, guiando a todos para a plena verdade.

Em um Papa, é Cristo o que obra no Seu Espírito. Por isso, o Senhor o mandou a Seus Apóstolos: “esperar a promessa do Pai”: “recebereis a virtude do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia, na Samaria e até os confins da terra” (At 1, 8).

Pedro havia sido escolhido como Papa, mas não podia atuar como Papa, mas não podia atuar como Papa. Teria o Poder divino em sua alma, mas de maneira material. Era necessário que viesse o Espírito para que Pedro pudesse obrar formalmente como Papa: para poder governar a Igreja no Espírito, na obra do Espírito.

Um Papa governa sempre na Obra do Espírito, nunca fora Dele. Por isso, um Papa nunca pode equivocar-se, é infalível, porque é o Espírito quem o move em tudo para que a Igreja seja testemunho de Cristo, seja testemunho da verdade que Cristo tem ensinado a Seus Apóstolos. E o Espírito é que recorda a Verdade imutável, o que mostra, não só ao Papa, mas a toda a Igreja.

Por isso, a Obra do Espírito não se refere aos pensamentos humanos de um Papa. Nunca se obedece a mente humana de um Papa. Só se obedece a Mente de Cristo que o Papa oferece na Igreja.

É a Obediência a Verdade que muitos, fieis e Hierarquia, nunca tem compreendido. Nestes 50 anos, muitos tem caído na armadilha, que tem posto o demônio para desbaratar a obediência a um Papa. E agora não sabem desobedecer a um falso papa. Agora, custa-lhes esta parte. Por isso, muitos tem a Bergoglio como materialmente Papa. E não caem na conta de que Bergoglio não tem sido escolhido por Deus para que possua o Poder Divino. Deus nunca escolhe a um homem herege. São os homens os que põem seus hereges, não somente no sacerdócio, mas na Cátedra de Pedro.

Agora, quem tenha a Bergoglio como seu papa, necessariamente tem que dar obediência a mente desse homem. Porque Bergoglio não é capaz de dar a Mente de Cristo, a verdade, à Igreja.

Nos outros Papas, se podia discernir entre a mente humana do Papa e a Mente de Cristo no Papa. E se dava a obediência ao Papa porque se via claro a Mente de Cristo nele.

Mas, com Bergoglio, é impossível este discernimento: só se vê em a mente humana. Bergoglio só vive dentro de seu pensamento humano mas não é capaz de dar o Pensamento Divino na Igreja. Por isso, todo seu magistério não é papal. Em todo seu magistério não se reflete o magistério ordinário e extraordinário da Igreja. É o magistério próprio de um herege. E é a obra própria de um cismático. E é a vida própria de um apóstata da fé.

E isto é o que muitos estão apoiando, justificando, aplaudindo: a heresia, o cisma e a apostasia. E tem a Bergoglio como seu papa, material e formalmente.

É uma grande injúria contra Deus chamar a Bergoglio com o nome de Papa. Porque é cair no pecado de idolatria. Como Bergoglio não pode dar a Mente de Cristo, então se tem que obedecer, necessariamente, sua idéia humana na Igreja. E isto é dar culto a mente de um homem. Isto é buscar milhares de razões para justificar o pecado de Bergoglio, para manter no cargo a Begoglio. No final, sempre são os demais os que se tem equivocado porque não tem compreendido o que tem querido dizer Bergoglio. Bergoglio sempre será como o justo, como o santo. É a idolatria em que cai muitos ao tê-lo como seu papa.

Agora, tem que ensinar, na Igreja, a ajoelhar-se ante os pobres. É justo que se diga isso: estão obedecendo aos desejos de um homem. Se estão sujeitando a mente de um homem. E já nada é capaz de ver que Bergoglio não pode dar a Mente de Cristo. Todos tem sido obscurecidos, em suas mentes, para não ver a Verdade. E isso é uma Justiça Divina na Igreja. Preferis as palavras baratas e blasfemas de um homem que a Mente de Cristo. Então, fique com esse homem e levante sua falsa igreja, que os irá levar ao mais profundo do inferno.

Cristo segue guiando a toda a Igreja em Seu Papa Bento XVI. A guia materialmente, mantendo vivo o Seu Papa para que os verdadeiros católicos tenham tempo de ir para o deserto. É no deserto onde está toda a Igreja em Pedro, na oração, na penitência, na vida escondida. E ali tem que viver e ser alimentada durante um tempo. Não é em Roma nem na Hierarquia onde se vê a Igreja.

Já todos os Papas tem cumprido sua missão na Igreja. Uma vez que morra Bento XVI, terá um tempo de sede vacante, necessário para que apareça o falso profeta e o Anticristo e façam sua obra.

Mas, a Igreja segue sendo a Obra do Espírito. Não é a obra de nenhuma cabeça humana. Nada dita a fé na Igreja. A Hierarquia da Igreja não impõe o que tem que crer ou o que não tem que crer. A fé divina não é o ditado dos homens. É um dom divino do homem. E humildade, esse dom divino não pode funcionar em nenhum homem.

Por isso, o que agora observamos em toda a Igreja são homens: com suas idéias, com seus planos, com suas obras, que é a manifestação do pecado de soberba, do pecado de orgulho, que se revela principalmente naqueles que governam a Igreja. Eles são os únicos que fazem o que querem na Igreja, situando-se acima de toda a lei divina, de todo o magistério da Igreja, removendo a seus caprichos o que não gostam ou vão contra o seus estilos de vida.



“Quando Pedro estava para entrar, Cornélio saiu a recebê-lo e prostrou-se aos seus pés para adorá-lo. Pedro, porém, o ergueu, dizendo: Levanta-te! Também eu sou um homem!” (At 10, 25-26).

Se não temos que ajoelhar na presença do Papa para venerá-lo, porque é um homem, menos ainda temos que ajoelhar diante de um pobre que. A adoração é devida somente a Deus. Às demais criaturas, nem pelo cargo que exercem, nem pela posição social que tem, nem por outra qualidade que o circunstancia, se lhes deve adoração, somente o respeito que toda pessoa humana merece.

Somente temos que ajoelhar-se diante de Cristo, na presença de Jesus na Eucaristia. E quem o faz já não pode fazê-lo diante de um homem. O único Homem diante do qual todo homem deve ajoelhar-se é Cristo. Porque a carne de Cristo está somente na Eucaristia, não nos pobres. E aquele que põe a carne de Cristo nos pobres, como faz Bergoglio, só está dizendo que não ama a Eucaristia porque não crê Nela. E não crê Nela porque, para ele, Jesus não é Deus, mas um homem qualquer.

“Ajoelhar-se em adoração diante do Senhor. Adorar o Deus de Jesus Cristo, que se fez pão repartido por amor, é o remédio mais válido e radical contra as idolatrias de ontem e de hoje. Ajoelhar-se diante da Eucaristia é profissão de liberdade: quem se inclina a Jesus não pode e não deve prostrar-se diante de nenhum poder terreno, mesmo que seja forte. Nós, cristãos, só nos ajoelhamos diante do Santíssimo Sacramento, porque nele sabemos e acreditamos que está presente o único Deus verdadeiro, que criou o mundo e o amou de tal modo que lhe deu o seu Filho único” (Homilia do Papa Bento XVI, na Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, 22 de maio de 2008)[2]

Bergoglio cai nesta idolatria porque não crê em Deus. É um ateu que não crê na existência de Deus, mas que tem inventado, com sua mente humana, sua concepção de Deus. Um deus não real, não verdadeiro. Um deus que é fruto de seu desvario como homem. Sua vida leva a esse conceito de deus. E vive para essa mentalidade própria de um homem que não tem sabido adorar a Deus em Espírito e em Verdade.

Aquele que ensina a adorar a um homem está dizendo que não adora a Deus, que não tem sabido nunca adorá-Lo. Bergoglio nunca se tem submetido a Deus. Anda sempre com a cabeça levantada na presença de Deus, como um orgulhoso. Nunca tem sabido prostrar-se, por a sua cabeça no solo. Não pode. Sua soberba o impede.

Bergoglio tem em vista um homem, mira a um pobre, e não sabe ver sua alma: não sabe buscar a Deus na alma desse pobre. Só está interessado na vida humana, na vida social, na vida carnal dos homens.

Quem não vê a alma, que é algo invisível para o homem, só está inclinado para os corpos dos homens, do seu exterior, de uma vida natural, mas não sabe tratar com as almas. Não sabe viver com elas. Não sabe ensiná-las o caminho do céu. Mas somente lhes dá uma doutrina demoníaca. E cai nesta abominação de ensinar a adorar os homens.

“Aparta-te, Satanás, porque está escrito: ‘Ao Senhor teu Deus adorarás e somente a Ele darás culto’” (Mt 4, 10).

Isto é o que tem que dizer a Bergoglio: Aparta-te, Satanás. Ensinas a adorar os homens. É um demônio encarnado. Ensinas o caminho do inferno a todas as almas. Somente a Deus se deve a adoração. É um preceito divino válido.

Bergoglio não entende de preceitos: não crê no direito natural, pela qual a Deus é devido o culto, interno, externo, individual, social, sendo Deus o princípio e o fim de todas as coisas.

Para Bergoglio, o princípio de todas as coisas é sua mente humana: com ela se inventa o seu deus, seu cristo, sua igreja, sua religião, sua vida. E sua mente é o início de uma vida de blasfêmia, e o fim de sua vida é o que encontra em sua mente. Bergoglio vive para o que estamos presenciando na Igreja: para a sua idéia maçônica da fraternidade, para sua idéia protestante de uma igreja cheia de pecadores, e para sua idéia comunista de um governo global, e que pode culminar no seu grande desejo em vida.

Bergoglio não crê no direito divino, pela qual Deus tem dado ao homem mandamentos que devem cumprir para que ame a Deus.

Só crê em sua soberba, só obra com o seu orgulho e só ama em sua luxúria de vida.

Pobre aquele que tenha a Bergoglio como seu papa! Idolatria, não só no homem, mas a todo homem! E se dedica a por em prática o seu desejo na Igreja:




Referências:

[1] http://www.news.va/pt/news/papa-como-gostaria-que-as-comunidades-em-oracao-se

[2] https://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/homilies/2008/documents/hf_ben-xvi_hom_20080522_corpus-domini.html




2 comentários:

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  2. Quanta falta de catolicidade, fé e hermenêutica nessa postagem desvirtuada! "Em veneração DO MESMO modo", ou seja, do mesmo Senhor! Só na carência de uma hermenêutica é possível pensar que a adoração nesse caso se dirigiria ao pobre! Lógico que é ao Cristo, presente no pobre, como está também na Eucaristia! Isso os santos padres, sobretudo Sto. Agostinho, já pensava!!! Isso contraria a fé e os pronunciamentos do santo padre, Bento XVI!!!

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