domingo, 16 de abril de 2017

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sábado, 26 de novembro de 2016

Bergoglio não é materialmente Papa

BERGOGLIO NÃO É MATERIALMENTE PAPA

Autores: Sacerdotes Conservadores da Espanha | josephmaryam.wordpress.com 
Tradução: Blog Mãe da Salvação | 26 de novembro de 2016


BERGOGLIO SUPERMAN
 Protetor dos homossexuais
Guia de cegos
Caudilho dos hereges
Ditador de mentiras
Chefe dos pervertidos
Baluarte dos tíbios
Condutor dos cismáticos
Autor de fábulas

“Cada um tem sua idéia do bem e do mal e tem que escolher seguir o bem e combater o mal como ele concebe. Bastaria isto para melhorar o mundo.” (Bergoglio)


“Como gostaria que as comunidades paroquiais em oração, no ingresso de um pobre na igreja, se ajoelhassem em veneração do mesmo modo como quando entra o Senhor! (Bergoglio, 28 de abril de 2015, aos hóspedes dos centros de Cáritas de Roma)[1]

Ajoelhassem... do mesmo modo quando entra o Senhor: quando Jesus entra na Eucaristia, todos se põem de joelhos para adorá-Lo. E se faz isto porque Jesus é Deus. E só a Deus tem que dar o culto de latria, adoração.

Ensinar que quando um pobre, um homem, entra na Igreja, todos tem que fazer o mesmo que se faz quando entra Jesus na Eucaristia, é ensinar a idolatria, pecado gravíssimo que não admite parvoíce de matéria.

É preciso sofrer a morte antes que adorar um pobre ou um homem na Igreja.

Não se pode obedecer o desejo da mente de Bergoglio sem cair na desgraça do pecado mortal.

É uma grande injúria contra Deus, não só adorar um homem, mas ensinar a dar culto ao homem, como se fosse um deus, e fazê-lo a partir da Cátedra de Pedro.

Os homens já não sabem medir as palavras de Bergoglio. Continuamente, esse homem está blasfemando contra Deus, contra Cristo e contra a Igreja. E o seguem como se nada estivesse errado.

Acaso podem julgar as obras injustas de Bergoglio e não ser capazes de julgar a Bergoglio como falso papa?

Quem o tenha por seu papa não pode julgar as suas obras, seus pensamentos, suas homilias, suas charlas... Deve calar e obedecer a mente de Bergoglio.

Muitos católicos – e bons católicos – não tem aprendido a obedecer a Igreja! Por tanto, não sabem o que é um Papa na Igreja! Não sabem obedecer a um Papa verdadeiro! Não sabem opor-se a Bergoglio, a um falso papa!

As idéias de um Papa são as idéias da Mente de Cristo. E essas idéias não mudam de um Papa a outro. São sempre as mesmas, em todas as épocas, porque a doutrina de Cristo é eterna, não é temporal.

Não se obedecem, em um Papa, as idéias humanas, que todo homem tem, mas se obedece as idéias de Cristo, que o Papa ensina, oferece e interpreta com a ajuda do Espírito Santo.

Todos tem caído no mesmo jogo: obediência à mente humana de um Papa. Não tem sabido nunca obedecer a Igreja. Nem sequer a mesma Hierarquia sabe obedecer. Agora, é um mundo para todos desobedecer a um falso papa. Muitos estão perplexos.

Se obedece a Verdade. E a Verdade não é a posse da mente humana de nenhum homem, nem sequer do Papa. A Verdade é Cristo. Tem que deixar que atue a Pessoa de Cristo no homem sacerdote, ou no homem Bispo, para dar a Verdade à Igreja.

Todos dizem: sim, Bergoglio é um herege; mas materialmente é papa.

Grande absurdo! Grande injúria!

Porque se Bergoglio é um herege, então não é Papa, porque o herege não pertence à Igreja, nem material nem formalmente.

O pecado de heresia é uma obra que saca espiritualmente da Igreja de Cristo: não está unido a Cristo e Seu Corpo Místico. Se pode estar na Igreja de uma maneira exterior. Essa exterioridade não significa pertencer à Igreja visível. Um herege é como um muro, uma parede de ladrilhos: se vê o muro, mas lá não está a Igreja.

A Igreja visível não são as paróquias nem os homens que nossos olhos observam. A Igreja visível são as almas em graça unidas a Cristo, que trabalham em uma paróquia, em uma capela, em um lugar concreto.

A Igreja é Cristo e suas almas. Se desaparecem as estruturas exteriores, a Igreja permanece visível nas obras de suas almas.

Materialmente, as paróquias, os lugares de culto pertencem à Igreja. Os homens, em seus pecados de heresia, podem fazer obras materiais, mas eles não dão o Espírito da Graça nessas obras.

Um herege que celebra uma missa, materialmente tem uma obra em um lugar material. Mas não tem uma obra da Igreja. Não tem uma obra espiritual, regida pelo Espírito de Cristo. Sua missa não é uma missa. Seu sacerdócio não é sacerdócio de Cristo. Materialmente, se veste como sacerdote, mas não é sacerdote porque é um herege. Nem sequer quando celebra a missa, essa obra material, é materialmente feita pelo sacerdote.

Porque o sacerdócio é uma graça, algo espiritual, que se coloca no coração da alma, que é também algo espiritual. A heresia destrói a graça do sacerdócio: põe um obstáculo que impede que o sacerdote obre com o Espírito de Cristo. Materialmente, o sacerdote faz uma obra, mas não se produz – nele, em sua alma – a obra do Espírito de Cristo.

Pela heresia, sua alma não pode unir-se a Cristo para atuar como sacerdote, na Pessoa de Cristo. Possui o selo do Sacramento da Ordem, que o marca como sacerdote de Cristo, mas esse selo é de índole espiritual, não material. Não é um selo em seu corpo, mas em seu coração. Um selo indelével, que não se perde pela morte do corpo, nem pelo fogo do inferno.

Ser sacerdote não é fazer obras materiais na Igreja. É atuar na Pessoa de Cristo: é Cristo o que obra no homem sacerdote. E essa obra, um herege, nunca pode mostrá-la. Cristo não obra materialmente em um sacerdote herege. Cristo obra materialmente em um sacerdote pecador, que não tem caído no pecado de heresia. Cristo não se une à alma de uma sacerdote herege: não aparece a Pessoa de Cristo no homem sacerdote. O pecado de heresia impede que se manifeste, material e formalmente, a Pessoa de Cristo no homem sacerdote.

Assim, um homem – como Bergoglio – que se senta na Cátedra de Pedro e que, por sua heresia, não é Papa. Materialmente, está sentado no Trono de Pedro, mas espiritualmente, não tem o carisma de Pedro: nele não pode revelar-se, manifestar-se, ser o Vigário de Cristo na terra. Não possui, nem formal, nem materialmente, o Poder Divino. Não pode falar como Cristo, não pode comunicar a Mente de Cristo, não pode atuar como Cristo na Igreja. Atua em sua própria pessoa humana, porque não tem o carisma de Pedro. Não se pode chamar de Papa por mais que materialmente faça obras na Igreja. O ofício de Papa não é um assunto material na Igreja. Não é um nome que se leva na Igreja.

É algo divino: é Cristo quem guia Sua Igreja através de Seu Papa. É Cristo quem se manifesta a Sua Igreja através de Seu Papa. Aqueles que dizem que Bergoglio materialmente é Papa está injuriando a Cristo na Igreja. Cristo não pode guiar a Igreja através de uma Bispo herege. Não a guia materialmente nem formalmente.

Cristo segue guiando Sua Igreja no Papa Bento XVI: mas já não a guia formalmente, mas materialmente. Bento XVI já não governa formalmente a Igreja mas a Igreja é guiada por Cristo através de Bento XVI, materialmente. Bento XVI tem o Poder Divino, mas já não o pode usar: não serve o Poder Divino, não governa formalmente como Papa. Esse Poder Divino – que permanece na alma de Bento XVI – serve para por um dique material a toda a obra do Anticristo. Enquanto permaneça vivo o Papa Bento XVI, materialmente o Anticristo não pode revelar-se. Tem que ser removido o Poder Divino no Papa, não só formal, mas materialmente, para que começa tudo.

Tem removido formalmente o governo do Papa na Igreja, pondo um usurpador; mas permanece materialmente o Poder Divino no Papa Bento XVI. E permanece materialmente, porque permanece em um homem que todavia não tem morrido. O carisma permanece na alma de Bento XVI, mas materialmente. Bento XVI não pode usá-lo formalmente. Para usá-lo tem que enfrentar-se como o usurpador. Mas Cristo, que é a Cabeça visível da Igreja, o usa materialmente para freiar o Anticristo: mantém vivo o Papa verdadeiro.

Por isso, a vida de Bento XVI está em perigo. Tem que tirá-lo do caminho, o quanto antes. O demônio tem pressa para acabar a sua obra.

O carisma de ser Pedro é diferente de ser sacerdote. No sacerdócio, é Cristo quem obra no sacerdote, é a Pessoa do Verbo no sacerdote. Em Pedro, é Cristo quem guia a Igreja, quem obra na Igreja, quem ensina na Igreja, através de Seu Papa. É Cristo em Seu Poder Divino, é Cristo na Obra de Seu Espírito. Não é Cristo em Sua Pessoa Divina. Por isso, a Igreja é a Obra do Espírito de Cristo. O sacerdócio é a Obra de Cristo como Pessoa Divina.

O governo de um Papa, na Igreja, é a manifestação do Espírito em toda a Igreja. Na obediência ao Papa, o Espírito obra em todas as almas, para que a Igreja siga ensinando a Verdade, seja guia da Verdade e mostre ao mundo e aos homens o único caminho de salvação, que é Cristo.

O governo de um Papa não é impor seus desejos humanos aos homens. Isto é o que faz habitualmente Bergoglio: “Como gostaria que as comunidades paroquiais em oração, no ingresso de um pobre na igreja, se ajoelhassem em veneração do mesmo modo como quando entra o Senhor!”. Bergoglio só fica em suas ideias humanas, em seus caprichos, em seus erros, em suas heresias. E é o que dá a Igreja. Bergoglio só prega a si mesmo. Só o interessa seus pobres, sua cultura do encontro, seu diálogo, seu comunismo, suas ideias protestantes, monopolizando a glória dos homens e do mundo.

A Bergoglio, não lhe interessa nem Cristo nem a Igreja. E isso às apalpadelas, o vivem, todos os verdadeiros católicos. Há uma perseguição interna a todo o que cheira a catolicidade.

A obra de um Papa, na Igreja, é lutar contra o erro, a heresia; é excomungar os hereges; é definir novos dogmas. Porque o Poder Divino, na Igreja, se mostra em levar a toda a Igreja a plenitude da Verdade. Todo Papa mostra Seu Poder Divino ensinando a verdade, defendendo a verdade, guardando o tesouro da verdade, guiando a todos para a plena verdade.

Em um Papa, é Cristo o que obra no Seu Espírito. Por isso, o Senhor o mandou a Seus Apóstolos: “esperar a promessa do Pai”: “recebereis a virtude do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia, na Samaria e até os confins da terra” (At 1, 8).

Pedro havia sido escolhido como Papa, mas não podia atuar como Papa, mas não podia atuar como Papa. Teria o Poder divino em sua alma, mas de maneira material. Era necessário que viesse o Espírito para que Pedro pudesse obrar formalmente como Papa: para poder governar a Igreja no Espírito, na obra do Espírito.

Um Papa governa sempre na Obra do Espírito, nunca fora Dele. Por isso, um Papa nunca pode equivocar-se, é infalível, porque é o Espírito quem o move em tudo para que a Igreja seja testemunho de Cristo, seja testemunho da verdade que Cristo tem ensinado a Seus Apóstolos. E o Espírito é que recorda a Verdade imutável, o que mostra, não só ao Papa, mas a toda a Igreja.

Por isso, a Obra do Espírito não se refere aos pensamentos humanos de um Papa. Nunca se obedece a mente humana de um Papa. Só se obedece a Mente de Cristo que o Papa oferece na Igreja.

É a Obediência a Verdade que muitos, fieis e Hierarquia, nunca tem compreendido. Nestes 50 anos, muitos tem caído na armadilha, que tem posto o demônio para desbaratar a obediência a um Papa. E agora não sabem desobedecer a um falso papa. Agora, custa-lhes esta parte. Por isso, muitos tem a Bergoglio como materialmente Papa. E não caem na conta de que Bergoglio não tem sido escolhido por Deus para que possua o Poder Divino. Deus nunca escolhe a um homem herege. São os homens os que põem seus hereges, não somente no sacerdócio, mas na Cátedra de Pedro.

Agora, quem tenha a Bergoglio como seu papa, necessariamente tem que dar obediência a mente desse homem. Porque Bergoglio não é capaz de dar a Mente de Cristo, a verdade, à Igreja.

Nos outros Papas, se podia discernir entre a mente humana do Papa e a Mente de Cristo no Papa. E se dava a obediência ao Papa porque se via claro a Mente de Cristo nele.

Mas, com Bergoglio, é impossível este discernimento: só se vê em a mente humana. Bergoglio só vive dentro de seu pensamento humano mas não é capaz de dar o Pensamento Divino na Igreja. Por isso, todo seu magistério não é papal. Em todo seu magistério não se reflete o magistério ordinário e extraordinário da Igreja. É o magistério próprio de um herege. E é a obra própria de um cismático. E é a vida própria de um apóstata da fé.

E isto é o que muitos estão apoiando, justificando, aplaudindo: a heresia, o cisma e a apostasia. E tem a Bergoglio como seu papa, material e formalmente.

É uma grande injúria contra Deus chamar a Bergoglio com o nome de Papa. Porque é cair no pecado de idolatria. Como Bergoglio não pode dar a Mente de Cristo, então se tem que obedecer, necessariamente, sua idéia humana na Igreja. E isto é dar culto a mente de um homem. Isto é buscar milhares de razões para justificar o pecado de Bergoglio, para manter no cargo a Begoglio. No final, sempre são os demais os que se tem equivocado porque não tem compreendido o que tem querido dizer Bergoglio. Bergoglio sempre será como o justo, como o santo. É a idolatria em que cai muitos ao tê-lo como seu papa.

Agora, tem que ensinar, na Igreja, a ajoelhar-se ante os pobres. É justo que se diga isso: estão obedecendo aos desejos de um homem. Se estão sujeitando a mente de um homem. E já nada é capaz de ver que Bergoglio não pode dar a Mente de Cristo. Todos tem sido obscurecidos, em suas mentes, para não ver a Verdade. E isso é uma Justiça Divina na Igreja. Preferis as palavras baratas e blasfemas de um homem que a Mente de Cristo. Então, fique com esse homem e levante sua falsa igreja, que os irá levar ao mais profundo do inferno.

Cristo segue guiando a toda a Igreja em Seu Papa Bento XVI. A guia materialmente, mantendo vivo o Seu Papa para que os verdadeiros católicos tenham tempo de ir para o deserto. É no deserto onde está toda a Igreja em Pedro, na oração, na penitência, na vida escondida. E ali tem que viver e ser alimentada durante um tempo. Não é em Roma nem na Hierarquia onde se vê a Igreja.

Já todos os Papas tem cumprido sua missão na Igreja. Uma vez que morra Bento XVI, terá um tempo de sede vacante, necessário para que apareça o falso profeta e o Anticristo e façam sua obra.

Mas, a Igreja segue sendo a Obra do Espírito. Não é a obra de nenhuma cabeça humana. Nada dita a fé na Igreja. A Hierarquia da Igreja não impõe o que tem que crer ou o que não tem que crer. A fé divina não é o ditado dos homens. É um dom divino do homem. E humildade, esse dom divino não pode funcionar em nenhum homem.

Por isso, o que agora observamos em toda a Igreja são homens: com suas idéias, com seus planos, com suas obras, que é a manifestação do pecado de soberba, do pecado de orgulho, que se revela principalmente naqueles que governam a Igreja. Eles são os únicos que fazem o que querem na Igreja, situando-se acima de toda a lei divina, de todo o magistério da Igreja, removendo a seus caprichos o que não gostam ou vão contra o seus estilos de vida.



“Quando Pedro estava para entrar, Cornélio saiu a recebê-lo e prostrou-se aos seus pés para adorá-lo. Pedro, porém, o ergueu, dizendo: Levanta-te! Também eu sou um homem!” (At 10, 25-26).

Se não temos que ajoelhar na presença do Papa para venerá-lo, porque é um homem, menos ainda temos que ajoelhar diante de um pobre que. A adoração é devida somente a Deus. Às demais criaturas, nem pelo cargo que exercem, nem pela posição social que tem, nem por outra qualidade que o circunstancia, se lhes deve adoração, somente o respeito que toda pessoa humana merece.

Somente temos que ajoelhar-se diante de Cristo, na presença de Jesus na Eucaristia. E quem o faz já não pode fazê-lo diante de um homem. O único Homem diante do qual todo homem deve ajoelhar-se é Cristo. Porque a carne de Cristo está somente na Eucaristia, não nos pobres. E aquele que põe a carne de Cristo nos pobres, como faz Bergoglio, só está dizendo que não ama a Eucaristia porque não crê Nela. E não crê Nela porque, para ele, Jesus não é Deus, mas um homem qualquer.

“Ajoelhar-se em adoração diante do Senhor. Adorar o Deus de Jesus Cristo, que se fez pão repartido por amor, é o remédio mais válido e radical contra as idolatrias de ontem e de hoje. Ajoelhar-se diante da Eucaristia é profissão de liberdade: quem se inclina a Jesus não pode e não deve prostrar-se diante de nenhum poder terreno, mesmo que seja forte. Nós, cristãos, só nos ajoelhamos diante do Santíssimo Sacramento, porque nele sabemos e acreditamos que está presente o único Deus verdadeiro, que criou o mundo e o amou de tal modo que lhe deu o seu Filho único” (Homilia do Papa Bento XVI, na Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, 22 de maio de 2008)[2]

Bergoglio cai nesta idolatria porque não crê em Deus. É um ateu que não crê na existência de Deus, mas que tem inventado, com sua mente humana, sua concepção de Deus. Um deus não real, não verdadeiro. Um deus que é fruto de seu desvario como homem. Sua vida leva a esse conceito de deus. E vive para essa mentalidade própria de um homem que não tem sabido adorar a Deus em Espírito e em Verdade.

Aquele que ensina a adorar a um homem está dizendo que não adora a Deus, que não tem sabido nunca adorá-Lo. Bergoglio nunca se tem submetido a Deus. Anda sempre com a cabeça levantada na presença de Deus, como um orgulhoso. Nunca tem sabido prostrar-se, por a sua cabeça no solo. Não pode. Sua soberba o impede.

Bergoglio tem em vista um homem, mira a um pobre, e não sabe ver sua alma: não sabe buscar a Deus na alma desse pobre. Só está interessado na vida humana, na vida social, na vida carnal dos homens.

Quem não vê a alma, que é algo invisível para o homem, só está inclinado para os corpos dos homens, do seu exterior, de uma vida natural, mas não sabe tratar com as almas. Não sabe viver com elas. Não sabe ensiná-las o caminho do céu. Mas somente lhes dá uma doutrina demoníaca. E cai nesta abominação de ensinar a adorar os homens.

“Aparta-te, Satanás, porque está escrito: ‘Ao Senhor teu Deus adorarás e somente a Ele darás culto’” (Mt 4, 10).

Isto é o que tem que dizer a Bergoglio: Aparta-te, Satanás. Ensinas a adorar os homens. É um demônio encarnado. Ensinas o caminho do inferno a todas as almas. Somente a Deus se deve a adoração. É um preceito divino válido.

Bergoglio não entende de preceitos: não crê no direito natural, pela qual a Deus é devido o culto, interno, externo, individual, social, sendo Deus o princípio e o fim de todas as coisas.

Para Bergoglio, o princípio de todas as coisas é sua mente humana: com ela se inventa o seu deus, seu cristo, sua igreja, sua religião, sua vida. E sua mente é o início de uma vida de blasfêmia, e o fim de sua vida é o que encontra em sua mente. Bergoglio vive para o que estamos presenciando na Igreja: para a sua idéia maçônica da fraternidade, para sua idéia protestante de uma igreja cheia de pecadores, e para sua idéia comunista de um governo global, e que pode culminar no seu grande desejo em vida.

Bergoglio não crê no direito divino, pela qual Deus tem dado ao homem mandamentos que devem cumprir para que ame a Deus.

Só crê em sua soberba, só obra com o seu orgulho e só ama em sua luxúria de vida.

Pobre aquele que tenha a Bergoglio como seu papa! Idolatria, não só no homem, mas a todo homem! E se dedica a por em prática o seu desejo na Igreja:




Referências:

[1] http://www.news.va/pt/news/papa-como-gostaria-que-as-comunidades-em-oracao-se

[2] https://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/homilies/2008/documents/hf_ben-xvi_hom_20080522_corpus-domini.html




sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Bergoglio: o Grande Déspota

BERGOGLIO: O GRANDE DÉSPOTA

Autores: Sacerdotes Conservadores da Espanha | josephmaryam.wordpress.com
Tradução: Blog Mãe da Salvação, 24/11/2016

O Grande Déspota
 
Governa sem lei alguma
Abusa de seu poder
Severo com todos
Ébrio de orgulho e de poder
Destruidor da Igreja
Perseguidor da Verdade


(Nesse artigo, os Sacerdotes Conservadores da Espanha discorrem sobre a reforma de Bergoglio das causas de nulidade do matrimônio, contida nas duas Cartas Motu Proprio, intituladas “Mitis ludex Dominus lesus”[1] e “Mitis et Misericors Iesus”[2] que entraram em vigor em 8 de dezembro de 2015, início do Jubileu Extraordinário da Misericórdia.)[3]


“O que Deus tenha unido que não o separe o homem” (Mt 19, 6).

O que Deus tenha unido que não o separe Bergoglio, nem nenhum Bispo, nem nenhum sacerdote e, muito menos, um leigo.

Porque é Deus quem tem falado, quem tem revelado Sua Mente. E qualquer homem que não se submeta à Mente de Deus não pode encontrar o caminho de salvação para a sua alma, e vive só para a idéia que concebe em sua mente humana.

Os batizados, que se divorciaram e voltaram a se casar pelo civil, vivem em estado de pecado mortal habitual.

Este pecado os impede de fazer muitas coisas na Igreja, porque são membros mortos. Não são membros vivos e, portanto, não tem que estar mais integrados nas paróquias ou comunidades, porque a Igreja se constrói com a vida da graça, não com uma vida de pecado.

Quem está em pecado na Igreja sabe qual é o caminho para quitar seu pecado: arrependimento, confissão sacramental e penitência pelos seus pecados.

Os divorciados recasados não podem confessar-se porque tem um obstáculo: seu pecado mortal habitual, que não é somente sua luxúria, mas o de estar unidos a outra pessoa que não é seu cônjuge aos olhos de Deus.

O matrimônio é uma criação de Deus, não um invento da mente, dos caprichos dos homens.

Quem quiser casar-se tem que escolher em Deus a pessoa adequada para poder praticar a vontade de Deus em sua vida. Ante os olhos de Deus, não vale qualquer união, embora seja perfeito nos humanos.

Deus criou o matrimônio, e Deus pôs o caminho para que esse matrimônio tenha validez aos seus olhos.

E, por isso:

“Quem repudia a sua mulher e se casa com outra, comete adultério contra aquela; e se ela repudia o seu marido e se casa com outro, comete adultério” (Mc 10, 6)

“E quanto aos casados, lhes dou esta ordem, que não é minha mas do Senhor: que a mulher não se separe do seu marido. E se tenha separado dele, que não se volte a casar e que faça as pazes com o seu marido. E que tampouco o marido despeça a sua mulher” (1Cor 7, 10-11).

É uma ordem de Deus, um mandato divino.

Portanto, todo Bispo e todo sacerdote tem que ensinar este mandato de Deus às almas.

A Hierarquia não tem que acompanhar as pessoas, que vivem em pecado mortal habitual, em um caminho de discernimento para ver se algum dia possam comungar.

Não é missão da Hierarquia ser juiz destas pessoas nem orientá-las para a comunhão sacramental.

Não se trata de que a Hierarquia decida que os divorciados recasados estão aptos para receber os sacramentos.

A Hierarquia da Igreja não decide nada, mas só testemunha a Palavra de Deus na Igreja.

É missão da Hierarquia pregar a verdade a estas pessoas, aconselhá-las na verdade, para que lutem contra esse pecado mortal habitual, e eles – não a Hierarquia – ponham o caminho para erradicá-lo de suas vidas.

E até que eles não se esforcem para viver como Deus quer, não há nada com eles e a Igreja, porque não se pode dar o santo aos cães, aos que vivem em pecado mortal habitual.

João Paulo II, Papa da Misericórdia, deixou muito claro na Familiaris Consortio:

“A reconciliação no sacramento da penitência – que lhes abriria o caminho ao sacramento eucarístico – pode dar-se unicamente aos que, arrependidos de ter violado o sinal da Aliança e da fidelidade a Cristo, estão sinceramente dispostos a uma forma de vida que não contradiga a indissolubilidade do matrimônio. Isto leva consigo concretamente que quando o homem e a mulher, por motivos sérios, – como, por exemplo, a educação dos filhos – não podem cumprir a obrigação da separação, ‘assumem o compromisso de viver em plena continência, ou seja, de abster-se de atos próprios dos esposos’”.

Eles mesmos são os que põem o caminho para que sua forma de vida não contradiga a indissolubilidade do matrimônio. Eles se esforçam para viver praticando a virtude da castidade que sinaliza um arrependimento do pecado.

Se às pessoas não são ensinadas a praticar as virtudes cristãs, então a gente vive, cada um, no vício que tem escolhido para a sua vida.

Jorge Mario Bergoglio, em seu falso Motu Proprio, com a mudança do direito canônico, tem posto a base legal para a prática do cisma na Igreja. Ele tem atuado como déspota, homem orgulhoso que se põe por cima de Deus, homem que governa e promulga leis que anulan as leis de Deus.

Bergoglio estabelece o adultério como lei anulando matrimônios que, aos olhos de Deus, seguem sendo válidos.

Aquele matrimônio que, por suas circunstâncias próprias, se separam, e se voltem a casar com outro ou com outra, esse segundo matrimônio não é válido ante Deus, mas que é um estado de adultério habitual, na qual a pessoa não vai arrepender-se do seu pecado, porque tem anulado a lei de Deus.

Se há posto o caminho, na Igreja, para que muitos fieis e a Hierarquia colaborem para que as leis e os mandatos de Deus sejam abolidos pelo mesmo homem.

Muitos vão obter o divórcio express com essa reforma, e vão voltar a casar pela Igreja, com o Sacramento do matrimônio. Esse segundo matrimônio, embora os case Bergoglio, um cardeal, um bispo ou um sacerdote, não tem aprovação de Deus, porque não está cumprindo sua Lei. E pecaram, e comungaram em pecado, e comeram e beberam a sua própria condenação.

A Igreja se fundamenta na Palavra de Deus, não nas palavras dos homens que querem acomodar-se no gosto e na vida do homem e de seu pecado.

A questão dos divorciados recasados não é um caminho de discernimento na Igreja nem uma questão de foro interno entre o sacerdote e os cônjuges. É uma questão de cumprir com os mandamentos da lei de Deus.

As intenções de Bergoglio são claras:

“O distinto parecer dos bispos forma parte da modernidade da Igreja e das distintas sociedades em que ela atua, mas o intento é comum e no que se refere à admissão dos divorciados aos sacramentos confirma que esse princípio tem sido aceitado pelo sínodo. Este é o resultado de fundo, as avaliações estão confiadas aos confessores, mas no final de trajetos mais velozes ou mais lentos todos os pedidos dos divorciados serão admitidos” (La Repubblica, 28 out 2015).

E não interessa que Lombardi, de novo, negue a mente de Bergoglio:

“Não é verossímil e não pode ser considerado como o pensamento do Papa” (National Catholic Register, 2 nov 2015).

É uma mentira mais do que ele mesmo acredita.

A mente do grande déspota é clara:

“O distinto parecer dos bispos forma parte da modernidade da Igreja e das distintas sociedades em que ela atua.

Em outras palavras:

“O que parece normal para um bispo de um continente, pode parecer estranho, caso como um escândalo – quase! – para o bispo de outro continente, o que se considera uma violação de um direito em uma sociedade, pode ser um preceito óbvio e intangível em outra, o que para alguns é liberdade de consciência, para outros pode ser só confusão”.

São suas mesmas palavras, pronunciadas em seu discurso de clausura do Sínodo, as que dão a chave da perversidade de sua mente.

Não entendemos aqueles que dizem que agora as expectativas estão todas dirigidas para o que dirá Bergoglio.

Que expectativas tem a Igreja na palavra e nas obras perversas de um herege?

Qual o futuro da Igreja quando um herege a governa despoticamente?

Depois dos largos anos de governo despótico na Igreja, não sabem como pensa Jorge Mario Bergoglio? Todavia não conhecem a profundidade de seu pensamento perverso no mal? Todavia tem que esperar, com a boca aberta, uma dádiva de Deus, o que um traidor a Cristo e a Sua Igreja tem que dizer e decidir sobre a Mente de Deus?

Quem é Bergoglio para interpretar o que Deus tem mandado a toda Sua Igreja?

Quem crê que esse homem que só vive para proclamar o seu orgulho sentado na Sede de Pedro?

E os católicos que o obedecem, pensam salvar-se e santificar-se limpando as babas, cada dia, de um herege, de um cismático e de um apóstata da fé?

Jorge Mario Bergoglio está expondo a essência de sua nova igreja: a diversidade regional, e que os bispos locais tenham autoridade a nível pastoral para resolver os problemas que só com os Sacramentos, e a lei da graça, podem resolver.

Jorge Mario Bergoglio expõe uma doutrina contrária à fé católica, aos ensinamentos do Magistério da Igreja e, ademais, se põe por cima, não só da lei da graça e da lei divina, mas da lei natural, das mesmas exigências da natureza humana do matrimônio.

O que parece normal para um bispo de um continente, tem que ser normal – não estranho, nem um escândalo – para o bispo de outro continente.

E a razão é simples: a Igreja é uma só em todo o mundo. Uma na Verdade Revelada. Não é uma na diversidade.

E, portanto, nenhum bispo pode mudar essa Verdade. Não se pode mudar verdades de um a outro continente. Todos os bispos e sacerdotes da Igreja Católica tem que pensar igual, tem que obedecer a Verdade Revelada. Não podem mudar a Palavra de Deus a seu capricho, segundo sua interpretação ou pelas circunstâncias que se vivem em um tempo ou em um lugar determinado.

O que Deus tem ensinado e estabelecido é para todos os homens, assim os homens não sabe ou figem não saber. A Lei Eterna é para todos.

Bergoglio diz o contrário:

“... o que se considera uma violação de um direito em uma sociedade, pode ser um preceito óbvio e intangível em outra”.

Este déspota está dizendo que são as sociedades as que promulgam a lei. Não é Deus quem impõe sua lei, quem marca o cominho da verdade. Isto significa por-se por cima da Autoridade Divina. Isto é criar uma autoridade humana sem dependência da autoridade divina. Uma autoridade despótica em cada diocese.

Toda autoridade tem sido ordenada por Deus, para que tenha poder de aplicar a lei divina em seus governos. A violação de um direito em uma sociedade é a violação do direito em outra, porque o direito provêm de Deus, não dos homens, não das sociedades. E Deus ordena a autoridade humana para que exerça o direito divino e, por isso, são ministros de Deus para o bem, e ministros de Deus para castigo do que pratica o mal.

Jorge Mario Bergoglio, ao anular o direito divino na autoridade humana, está dizendo que as sociedades tem que governar sem lei divina, cada uma como lhe pareça, segundo seis direitos humanos.

Isto é próprio de seu depotismo. Estas idéias são o fruto de seu poder déspota, um poder que não se rege pelo direito divino, pela lei divina, por um governo divino. Seu depotismo no governo vem da heresia na horizontalidade que tem estabelecido no governo da Igreja. A Igreja se governa verticalmente, não horizontalmente. Só na verticalidade se encontra a Autoridade Divina. E na horizontalidade, o homem constrói sua própria autoridade humana, sem dependência da autoridade divina, que na Igreja se traduz por despotismo, absolutismo.

Em conseqüência, o governo de Bergoglio não é ministro de Deus, nem para o bem nem para o mal. E todos tem o dever e a obrigação de despreciá-lo, porque se baseia em uma só coisa:

“... o que para alguns é liberdade de consciência, para outros pode ser só confusão”.

Para Jorge Mario Bergoglio, é o homem que decide o que é bom e o que é mau.

Este é o orgulho próprio de Lúcifer, que põe sua mente por cima da Mente Divina. É a liberdade de sua razão, de sua consciência, o que se proclama.

Quando a razão do homem não é livre, mas que tem sido criada por Deus para sujeitar-se a Verdade que conhece. Tem sido criada par buscar a Verdade e permanecer nessa Verdade.

Nada é livre, em sua razão, para declarar uma mentira como verdade. Porque a razão sempre vê a mentira como mentira, sempre chama a mentira pelo seu nome.

O homem é livre, em sua vontade, para ir contra do que claramente vê sua razão.

É a vontade da pessoa, não sua razão, não sua consciência, a que decide na vida de cada homem.

Todos estes hereges sempre estão no mesmo: a supremacia da razão. O culto da mente, na idéia do homem. Sua soberba que leva ao seu orgulho. E, por este culto, tem o trabalho do falso profeta, que é enganar os homens, dar-lhes uma mentira, um engano, uma falsidade para suas mentes, apresentando-a como verdade, para que escolham a mentira, a falsidade, em suas vidas.

Estas idéias de Jorge Mario Bergoglio significam que sua nova igreja já não é católica, universal, porque não se dá uma única doutrina em todo o mundo, em todas as dioceses. Não tem uma só verdade pela qual a pessoa deve fundamentar a sua vida. Não tem uma hirarquia fundamentada, ancorada, em uma idéia imutável, infalível.

Se divide a doutrina e, pastoralmente, se ensina qualquer coisa, segundo a mente do bispo ou do sacerdote de turno. A prática pastoral já não está apoiada na verdade, já não existe para ajudar a viver as verdades da fé. É uma pastoral mutável, que anula a doutrina e que ensina o erro e a confusão na mesma prática pastoral: se difunde a mentira apoiada só pela razão, pela idéia que alguém tem concebido em sua mente, pela idéia a qual é fruto de diálogo de sardos.

E sua frase:

“... as avaliações estão confiadas, de fato, aos confessores”.

Os confessores só julgam o pecado e o pecador. Não podem julgar uma pessoa que vive em pecado mortal habitual, e que não mostra nenhum arrependimento nem desejo de sair de seu pecado.

Jorge Mario Bergoglio põe sua falsa hierarquia: a que decide, caso por caso, se podem ou não receber os sacramentos. É uma hierarquia própria de Lúcifer: sem lei, sem governo, sem verdade. É uma hierarquia ébria no orgulho e no poder humano, que recebem de um déspota, para selar as almas e entregá-las ao demônio.

Se o matrimônio é indissolúvel, então não há maneira, não há caminho, não há uma razão pastoral que ensine que o divorciado recasado, esteja preparado para receber os sacramentos. Não existe esta razão pastoral. Se se dá é porque a pessoa se põe por cima da doutrina verdadeira e impõe sua doutrina perversa às almas. Impõe duas coisas: sua heresia e seu cisma. E esta imposição leva à prática da apostasia da fé.

Claramente, tudo isto leva à perda de uma só fé, o despreço de todos os Sacramentos, o qual significa despreciar a vida de Deus no homem, no atuar humano, nas sociedades humanas.

Os homens se apartam de Deus por estar seguindo aos homens, suas mentes, sua idéias, suas importantíssimas razões.

Todo o problema da Igreja atual é ter a um déspota como seu papa. Isto é o descalabro de muitos católicos.

O problema não vem de antes, de um Concílio. O problema começa com Jorge Mario Bergoglio. Isto é o que muitos não têm compreendido. E empenham em julgar o Concílio e a todos os papas, os quais os chamam “conciliares”. Já não os chamam católicos. Os julgam e condenam; dessa maneira, julgam e condenam a toda a Igreja. E eles são os justos e santos, os que são da Igreja Verdadeira.

Muitos põem a ruptura no Concílio. E se equivocam. A ruptura começa com Jorge Mario Bergoglio, com seu governo horizontal. Esta é a chave. Este é o cisma que trai a Igreja da horizontalidade.

O problema da Igreja não está no Concílio Vaticano II. Esse Concílio traz discórdia, desunião e a perda de muitas almas. Mas o problema era dos Bispos, não no Concílio mesmo. Os Bispos que foram enganados na busca de uma paz e uma fraternidade, que não se pode dar entre os homens se não vivem como filhos de Deus, em estado de graça.

Muitos Bispos tem trabalhado, desde esse momento, sob as ordens de Satanás na Igreja, colocando em marcha a formação de uma estrutura de igreja mundial, que não é a Igreja Católica. E isso tem feito em suas mesmas dioceses, no mesmo Vaticano. Isso tem feito em franca rebeldia e desobediência a todos os papas reinantes.

Jorge Mario Bergoglio não poderia estar fazendo o que faz na Igreja sem o consentimento de todos os Bispos e Cardeais que tem trabalhado durante anos para consolidar a nova igreja. São muito poucos os Bispos e sacerdotes fieis a Cristo e à Igreja. Já no tempo do pontificado de Bento XVI muitíssimos cardeais católicos se opuseram abertamente a seus ensinamentos “promovendo formas de contra-formação e de sistemático magistério paralelo guiados por muitos antipapas” (Monseñor Giampolo).[4]

Com o Concílio Vaticano II se abriram as portas a toda classe de hereges, permitindo que a fé se contaminasse em muitos corações. E fez que a hierarquia vivesse em um cochilo, em um sono do qual muitos não, todavia, tem despertado.

Não se pode comprometer a fé católica com os inimigos de Deus, dessa fé. Nenhum católico se pode associar com os inimigos de Deus, com aqueles homems que vivem sem lei, que governam sem lei, que sua única verdade é sua mente humana, o que concebem nela.

Nenhum católico se pode unir a um ateu, a um muçulmano, a um judeu, a qualquer que viva sua heresia, ou sem seu cisma, ou em sua vida de apostasia.

Por isso, não entendemos os católicos que tem a Bergoglio como seu papa. Como podem comprometer sua fé católica seguindo e obedecendo a um homem que está destruindo a fé católica?

Isto que vemos na Igreja é fruto do Concílio, que começou com boas intenções, mas que foi pervertendo a mente de muitos Bispos, que foram instrumentos de Satanás, para implantar na Igreja uma nova norma de moralidade, a própria da maçonaria.

Não se pode converter o inimigo de Deus, o pecador, baixando as normas, ocultando as leis, pavimentando um caminho cheio de ambigüidades.

A fé inabalável não pode mudar, não se pode substituir por outra coisa. Se mudam as coisas para levar o homem a Deus. Mas não se mudam as coisas para remover o homem de Deus e entregá-lo a Lúcifer.

Depois do Concílio, toda a Igreja foi enganada por todos aqueles Bispos e sacerdotes, agentes de Satanás, servos do demônio, que tem semeado nas almas as sementes da própria destruição da Igreja.

Quem está destruindo a Igreja, atualmente, são os Bispos, os Sacerdotes, os fieis que seguem a um déspota como seu papa. Não é o resultado de um Sínodo. Não é o fruto de um Concílio. É cada pessoa que se tem entregado ao mal e que o obra em sua Igreja.

O mal caminho na Igreja, a apostasia da fé, já se iniciou com o Concílio. E isso tem levado a contemplar um mundo na qual a humanidade se foi difamando a si mesma e revolcando-se em toda classe de soberbas, luxúrias e orgulho.

Mas, o que hoje contemplamos é o início do levantamento de uma nova religião, que chama a gritos a uma nova sociedade, destruindo a base de fé que está baseada na Tradição e no conhecimento dos profetas. Destruindo a doutrina católica. Fazendo caso omisso do magistério infalível e imutável da Igreja.

Estamos vivendo uma religião e uma Igreja que não é a de Cristo Jesus, que não tem a sua mesma verdadeira base.

Onde está o fundamento de Pedro na Igreja de Bergoglio se está governando com a horizontalidade? Onde está a base da verticalidade do papado no falso pontificado de Bergoglio?

Não está, não pode estar, porque é uma nova igreja, de onde se toma o Corpo de Cristo e se difama, já não se dá o conhecimento de sua Divindade. Já Jesus não é o Deus que está com o homem na Eucaristia. Mas é um homem que caminha com os homens, e que os apóia em toda sua vida de perversão e de pecado.

Nesta nova igreja se vai em busca de um governo sem lei, um governo de déspotas. Cada um, em sua diocese, governa segundo suas luzes, segundo suas inteligências, segundo seus critérios humanos.

E estes hierarcas déspotas se uniram aos governos déspotas do mundo para levantar a Nova Ordem Mundial. É na diversidade como se estabelece a união entre os homens que só buscam destruir, atacarm, perseguir, a Verdade Revelada.

O home que busca usar seus próprios devios para promover uma paz e uma fraternidade que só existem em sua mente humana, não na realidade da vida, trai o próprio homem a guerra, a destruição, a aniquilação de toda a verdade. Não pode haver paz sem Fé, sem que o homem se sujeite, obedeça a uma verdade absoluta.

Muitos tem tergiversado das mensagens e das declarações dadas no Concílio e os tem acomodado a eles mesmos, interpretando todas as coisas para sua própria conveniência.

Tem sido muitos poucos os que tem sabido ler esse Concílio e pô-lo no lugar teológico que corresponde. O Concílio não tem dano para aquela alma que tem as idéias claras de que é sua fé católica. Mas o Concílio tem um dano gravíssimo àquelas almas que não sabem raciocinar a sua fé na Igreja.

Já o diz o Papa Bento XVI:

“Certamente os resultados (do Concílio Vaticano II) parecem estar cruelmente opostos às expectativas de todos... a história repete o que diz fazer dez anos depois da conclusão do trabalho: É incontestável que este período definitivamente tem sido desfavorável para a Igreja” (Cardeal Joseph Ratzinger, L’Obsservatore Romano, Edição em inglês, 24 dez 1984).

O Concílio traz à Igreja os erros do humanismo e do modernismo, que se meteram na mente e no coração da Alta Hierarquia, a qual anda no caminho da perdição e levando consigo muitas almas.

Cardeais, Bispos e fieis levaram 50 anos distorcendo a doutrina de Cristo, o magistério autêntico e infalível da Igreja, ocultando a verdade, perseguindo os que vivem na verdade. São eles, não é o Concílio. São eles que são movidos por um espírito que não é o de Cristo, mas o do Anticristo.

E é agora quando aos bons se começa a chamá-los de maus.

Não é, acaso, esse Jorge Mario Bergoglio para muitos que se chamam católicos e para toda a gene do mundo? Não se tem convertido no redentor do mundo para eles? Não está, Jorge Mario Bergoglio, sendo glorificado constantemente pelos homens?

Por isso, não é fácil permanecer no caminho da Igreja, que é um caminho estreito. Muitos renunciam à verdade em seus ministérios para ir atrás de um déspota como seu papa. E sabem que é um ditador de mentiras. Saben o que está realmente fazendo em seu governo de máscaras.

O que Jorge Mario Bergoglio está manifestando é que ele se põe encima de toda lei divina, e obra um cisma na própria Igreja, como chefe sentado na Sede de Pedro. E isto é gravíssimo. Isto é a perdição de muitas almas na Igreja.

A Igreja Católica não está em Jorge Mario Bergoglio, mas no Papa Bento XVI. Aí, nele, permanece a verdade do que é a religião católica. E todo fiel, na Igreja deve comungar com o Papa se quiser salvar-se e santificar-se. Essa comunhão é até a morte do Papa. Uma vez que o Papa morra, os fieis que permaneçam na verdade já não estarão obrigados a obedecer a nenhuma hierarquia, mas que formarão a Igreja Remanescente, a que permanece na Verdade, esperando que o Céu ponha o seu Papa.

Bergoglio é o falso papa de uma falsa igreja.

Como custa entender isto a muitos católicos!

Esta verdade não é compartilhada pela Hierarquia! Nem mesmo para o mais fiel, para o mais tradicional!

Isso é sinal de que o governo despótico de Bergoglio está fazendo seu trabalho nas mentes dos Cardeais, dos Bispos e dos sacerdotes.

Ele está levando sua nova hierarquia.

E isto é abominável, porque supõe que o mal está adquirindo a perfeição que necessita para instalar o Anticristo na Igreja e no mundo.


Referências:

[1] Vaticano, Carta Apostólica em forma de “Motu Proprio” Mitis Iudex Dominus Iesus, sobre a reforma do processo canônico para as causas de declaração de nulidade do matrimônio no Código de Direito Canônico, 8 de setembro de 2015, disponível em: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/events/event.dir.html/content/vaticanevents/pt/2015/9/8/nullitacic.html

[2] Vaticano, Carta Apostólica em forma de “Motu Proprio” Mitis et misericors Iesus, sobre a reforma do processo canônico para as causas de declaração de nulidade do matrimônio no Código dos Cânones das Igrejas Orientais, 8 de setembro de 2015, disponível em: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/events/event.dir.html/content/vaticanevents/pt/2015/9/8/nullitacceo.html

[3] Rádio Vaticano, 8/9/2015, disponível em: http://pt.radiovaticana.va/news/2015/09/08/papa_processos_de_nulidade_matrimonial_simples_e_r%C3%A1pidos/1170471

[4] https://josephmaryam.wordpress.com/2015/07/30/benedicto-xvi-un-papa-atacado-por-los-cardenales-obispos-y-sacerdotes/